{"id":26103,"date":"2026-01-01T09:28:24","date_gmt":"2026-01-01T12:28:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/?p=26103"},"modified":"2026-02-13T09:31:53","modified_gmt":"2026-02-13T12:31:53","slug":"pis-cofins-saiba-o-que-e-aliquotas-e-como-calcular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/pis-cofins-saiba-o-que-e-aliquotas-e-como-calcular\/","title":{"rendered":"PIS COFINS: saiba o que \u00e9, al\u00edquotas e como calcular"},"content":{"rendered":"\n<p>No labirinto tribut\u00e1rio brasileiro, PIS e COFINS formam uma dupla de peso para qualquer empresa. Com regras detalhadas, diferen\u00e7as entre regimes e impactos diretos na sa\u00fade financeira, compreender essas contribui\u00e7\u00f5es \u00e9 fundamental para quem busca autonomia e seguran\u00e7a na gest\u00e3o do neg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n\n<p>Este guia foi desenvolvido para eliminar d\u00favidas, prevenir erros financeiros e mostrar como a tecnologia pode transformar a rotina fiscal, preparando sua empresa desde j\u00e1 para as mudan\u00e7as que vir\u00e3o com a CBS na Reforma Tribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 PIS e COFINS: entenda o papel de cada contribui\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>O PIS (Programa de Integra\u00e7\u00e3o Social) e a COFINS (Contribui\u00e7\u00e3o para o Financiamento da Seguridade Social) s\u00e3o contribui\u00e7\u00f5es sociais obrigat\u00f3rias para a maioria das empresas brasileiras. Apesar de aparecerem sempre juntas nos c\u00e1lculos, cada uma tem uma finalidade pr\u00f3pria e ambas impactam profundamente o caixa do neg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n\n<p>O PIS tem como foco financiar benef\u00edcios voltados ao trabalhador, como abono salarial e seguro-desemprego. Isso representa uma forma de prote\u00e7\u00e3o social que <strong>ampara milh\u00f5es de brasileiros em momentos de necessidade<\/strong> e mant\u00e9m a economia girando, mesmo diante de crises.<\/p>\n\n\n\n<p>A COFINS, por sua vez, destina-se ao financiamento da seguridade social, abrangendo sa\u00fade, assist\u00eancia e previd\u00eancia. Os recursos arrecadados sustentam hospitais, programas sociais e aposentadorias. Para o empres\u00e1rio, entender esses destinos \u00e9 mais do que um detalhe t\u00e9cnico: \u00e9 saber por que a carga tribut\u00e1ria existe e como ela retorna \u00e0 sociedade.<\/p>\n\n\n\n<p>Compreender a fun\u00e7\u00e3o social dessas contribui\u00e7\u00f5es e seu impacto no neg\u00f3cio \u00e9 passo essencial para uma gest\u00e3o tribut\u00e1ria eficiente e respons\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Al\u00edquotas do PIS e da COFINS: como funcionam cada uma<\/h2>\n\n\n\n<p>As al\u00edquotas de PIS e COFINS variam conforme o regime tribut\u00e1rio adotado. Existem dois principais: o cumulativo, t\u00edpico do lucro presumido, e o n\u00e3o cumulativo, <a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/impostos-do-lucro-real-como-funciona-a-tributacao\/\" rel=\"noreferrer noopener\">obrigat\u00f3rio no lucro real<\/a>. Essa diferen\u00e7a \u00e9 uma das maiores causas de confus\u00e3o entre empreendedores \u2013 e pode gerar pagamentos a maior ou autua\u00e7\u00f5es fiscais se n\u00e3o for bem compreendida.<\/p>\n\n\n\n<p>No regime cumulativo, as al\u00edquotas s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>PIS: 0,65%;<\/li>\n\n\n\n<li>COFINS: 3,0%;<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00e3o h\u00e1 possibilidade de deduzir cr\u00e9ditos fiscais relativos a insumos ou despesas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>No regime n\u00e3o cumulativo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>PIS: 1,65%;<\/li>\n\n\n\n<li>COFINS: 7,6%;<\/li>\n\n\n\n<li>Permite a dedu\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos fiscais sobre diversas despesas essenciais para o neg\u00f3cio.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><th>Regime Tribut\u00e1rio<\/th><th>PIS (%)<\/th><th>COFINS (%)<\/th><th>Cr\u00e9ditos Tribut\u00e1rios<\/th><\/tr><tr><td>Cumulativo<\/td><td>0,65<\/td><td>3,0<\/td><td>N\u00e3o<\/td><\/tr><tr><td>N\u00e3o cumulativo<\/td><td>1,65<\/td><td>7,6<\/td><td>Sim<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>Outro ponto de aten\u00e7\u00e3o \u00e9 a diferen\u00e7a entre faturamento e receita bruta. Faturamento refere-se \u00e0 soma das vendas de produtos ou servi\u00e7os, enquanto a receita bruta pode englobar outros tipos de receitas, como financeiras. A base de c\u00e1lculo do PIS\/COFINS \u00e9 a receita bruta, ent\u00e3o qualquer erro nesse conceito pode resultar em pagamentos indevidos ou autua\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>A correta aplica\u00e7\u00e3o das al\u00edquotas exige aten\u00e7\u00e3o ao regime adotado, \u00e0 base de c\u00e1lculo e \u00e0 atualiza\u00e7\u00e3o constante das tabelas fiscais. Manter controles internos e sistemas automatizados \u00e9 <strong>fundamental para n\u00e3o perder dinheiro nem correr riscos fiscais.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Principais diferen\u00e7as entre regime cumulativo e n\u00e3o cumulativo<\/h2>\n\n\n\n<p>A escolha entre <a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/regime-cumulativo-o-que-e\/\" rel=\"noreferrer noopener\">regime cumulativo<\/a> e n\u00e3o cumulativo \u00e9 estrat\u00e9gica e afeta diretamente o valor das contribui\u00e7\u00f5es. Entenda as mec\u00e2nicas e o impacto de cada um.<\/p>\n\n\n\n<p>No regime cumulativo, obrigat\u00f3rio para empresas do lucro presumido e alguns setores espec\u00edficos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O c\u00e1lculo \u00e9 feito de forma direta, aplicando-se as al\u00edquotas reduzidas sobre toda a receita bruta do m\u00eas;<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00e3o existe abatimento de cr\u00e9ditos fiscais, o que simplifica a apura\u00e7\u00e3o, por\u00e9m pode tornar o tributo mais pesado para empresas com muitos custos operacionais;<\/li>\n\n\n\n<li>\u00c9 indicado para neg\u00f3cios com estrutura de custos enxuta, como prestadoras de servi\u00e7os intelectuais ou com poucas despesas dedut\u00edveis.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>No regime n\u00e3o cumulativo, obrigat\u00f3rio para empresas do lucro real:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>As al\u00edquotas s\u00e3o mais altas, mas a empresa pode descontar cr\u00e9ditos relativos a insumos, energia el\u00e9trica, alugu\u00e9is e outras despesas diretamente ligadas \u00e0 atividade;<\/li>\n\n\n\n<li>O c\u00e1lculo \u00e9 mais complexo, exige controle rigoroso dos documentos fiscais e das despesas, mas pode gerar economia relevante. Por exemplo, uma ind\u00fastria ou com\u00e9rcio que compra muitos insumos pode reduzir significativamente o valor devido de PIS e COFINS.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Mesmo pagando mais na al\u00edquota, o n\u00e3o cumulativo pode ser vantajoso para<a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/cfop-5405-como-usar-entrada-saida-devolucao\/\" rel=\"noreferrer noopener\"> opera\u00e7\u00f5es fiscais<\/a> com muitos custos e insumos. J\u00e1 empresas com poucos gastos dedut\u00edveis tendem a se beneficiar da simplicidade do cumulativo.<\/p>\n\n\n\n<p>No dia a dia, a escolha do regime deve<strong> considerar o perfil da empresa, o volume de receitas, a quantidade de despesas dedut\u00edveis<\/strong> e a capacidade de controle fiscal. Uma decis\u00e3o errada pode comprometer margens de lucro e at\u00e9 gerar riscos fiscais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como identificar o melhor regime para a sua empresa<\/h2>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o entre os regimes cumulativo e n\u00e3o cumulativo n\u00e3o deve ser feita de forma autom\u00e1tica. \u00c9 preciso analisar, cuidadosamente, a estrutura de custos, o volume de receitas, o setor de atua\u00e7\u00e3o e o potencial de aproveitamento de cr\u00e9ditos.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja os principais crit\u00e9rios para orientar essa escolha:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Volume de receitas: neg\u00f3cios com faturamento elevado precisam analisar se o abatimento de cr\u00e9ditos compensa a al\u00edquota maior do n\u00e3o cumulativo;<\/li>\n\n\n\n<li>Gastos com insumos e despesas operacionais: quanto mais despesas dedut\u00edveis, maior a chance do n\u00e3o cumulativo ser vantajoso;<\/li>\n\n\n\n<li>Capacidade de controle e compliance fiscal: o n\u00e3o cumulativo exige gest\u00e3o rigorosa das notas fiscais, cr\u00e9ditos e obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias;<\/li>\n\n\n\n<li>Setor de atua\u00e7\u00e3o: setores industriais, com\u00e9rcio atacadista e empresas de servi\u00e7os que utilizam muitos insumos costumam optar pelo n\u00e3o cumulativo. Consultorias e prestadoras de servi\u00e7o intelectual, com folha de pagamento como principal custo, tendem a ficar no cumulativo.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Exemplo pr\u00e1tico: uma empresa de tecnologia, que investe em softwares, equipamentos, energia e treinamentos, pode ter grandes ganhos ao escolher o n\u00e3o cumulativo. J\u00e1 uma consultoria estrat\u00e9gica, com poucos custos al\u00e9m dos sal\u00e1rios, encontra mais simplicidade e economia no cumulativo.<\/p>\n\n\n\n<p>O suporte do contador \u00e9 fundamental.<strong> O profissional pode simular cen\u00e1rios, comparar o valor dos tributos em cada regime<\/strong> e orientar a empresa na escolha mais vantajosa.<\/p>\n\n\n\n<p>ERPs especializados, que oferecem ferramentas para gest\u00e3o tribut\u00e1ria, ajudam a simular cen\u00e1rios, controlar cr\u00e9ditos e evitar erros na defini\u00e7\u00e3o do regime. Isso fortalece a autonomia financeira e o compliance fiscal.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como calcular PIS e COFINS na pr\u00e1tica: f\u00f3rmula e exemplo<\/h2>\n\n\n\n<p>Com o regime tribut\u00e1rio definido, \u00e9 hora de calcular o valor a ser recolhido. O ponto de partida \u00e9 sempre a receita bruta mensal, sobre a qual incidem as al\u00edquotas correspondentes.<\/p>\n\n\n\n<p>No regime cumulativo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Valor devido = Receita bruta x Al\u00edquota<\/li>\n\n\n\n<li>Exemplo: faturamento de R$ 100.000 no m\u00eas:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>PIS: R100.000&#215;0,65 100.000 x 0,65% = R100.000&#215;0,65 650<\/li>\n\n\n\n<li>COFINS: R100.000&#215;3 100.000 x 3% = R100.000&#215;3 3.000<\/li>\n\n\n\n<li>Total: R$ 3.650<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>No regime n\u00e3o cumulativo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Valor devido = (Receita bruta x Al\u00edquota) \u2013 Cr\u00e9ditos Tribut\u00e1rios<\/li>\n\n\n\n<li>Exemplo: ind\u00fastria com receita de R200.000eR 200.000 e R200.000eR 60.000 de despesas dedut\u00edveis:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>PIS: (R200.000&#215;1,65 200.000 x 1,65%) \u2013 (R200.000&#215;1,65 60.000 x 1,65%) = R3.300\u2013R 3.300 \u2013 R3.300\u2013R 990 = R$ 2.310<\/li>\n\n\n\n<li>COFINS: (R200.000&#215;7,6 200.000 x 7,6%) \u2013 (R200.000&#215;7,6 60.000 x 7,6%) = R15.200\u2013R 15.200 \u2013 R15.200\u2013R 4.560 = R$ 10.640<\/li>\n\n\n\n<li>Total: R$ 12.950<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Importante: O STF decidiu que o ICMS destacado na nota fiscal n\u00e3o deve compor a base de c\u00e1lculo do PIS e COFINS. Ou seja, antes de aplicar a al\u00edquota, exclua o valor do ICMS da receita bruta. Essa mudan\u00e7a pode representar uma economia significativa e evitar bitributa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A correta apura\u00e7\u00e3o exige aten\u00e7\u00e3o ao preenchimento das notas fiscais, controle dos cr\u00e9ditos e acompanhamento das obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias. Erros comuns, como n\u00e3o excluir o<strong> ICMS da base ou utilizar despesas n\u00e3o permitidas como cr\u00e9dito<\/strong>, podem gerar pagamentos indevidos e risco de autua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Automatizar o c\u00e1lculo e manter equipes treinadas \u00e9 fundamental para garantir precis\u00e3o e compliance.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Dicas para evitar erros e autua\u00e7\u00f5es no c\u00e1lculo do PIS e COFINS<\/h2>\n\n\n\n<p>Evitar autua\u00e7\u00f5es fiscais e preju\u00edzos depende de aten\u00e7\u00e3o aos detalhes e atualiza\u00e7\u00e3o constante. Confira recomenda\u00e7\u00f5es essenciais:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Analise corretamente o tipo de receita: vendas, presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, exporta\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00f5es isentas t\u00eam regras espec\u00edficas;<\/li>\n\n\n\n<li>Exclua o ICMS da base de c\u00e1lculo, conforme orienta a jurisprud\u00eancia vigente;<\/li>\n\n\n\n<li>Confira as al\u00edquotas de acordo com o regime tribut\u00e1rio e mantenha tabelas sempre atualizadas;<\/li>\n\n\n\n<li>No regime n\u00e3o cumulativo, revise periodicamente as regras para aproveitamento de cr\u00e9ditos e utilize apenas despesas permitidas;<\/li>\n\n\n\n<li>Acompanhe as mudan\u00e7as na legisla\u00e7\u00e3o e ajuste processos internos sempre que necess\u00e1rio;<\/li>\n\n\n\n<li>Utilize sistemas de gest\u00e3o integrados para automatizar apura\u00e7\u00e3o, reduzir erros humanos e garantir a atualiza\u00e7\u00e3o das regras.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A preven\u00e7\u00e3o de falhas e o investimento em tecnologia s\u00e3o os melhores caminhos para evitar autua\u00e7\u00f5es fiscais e multas. Uma equipe bem treinada e sistemas <strong>automatizados tornam a empresa mais segura e eficiente.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que muda com a chegada da CBS em 2027<\/h2>\n\n\n\n<p>A Reforma Tribut\u00e1ria aprovada em 2023 vai revolucionar o sistema de contribui\u00e7\u00f5es sociais. O PIS e a COFINS ser\u00e3o substitu\u00eddos pela CBS (Contribui\u00e7\u00e3o sobre Bens e Servi\u00e7os), prevista para entrar em vigor a partir de 2027.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a CBS, haver\u00e1 a unifica\u00e7\u00e3o das duas contribui\u00e7\u00f5es em um \u00fanico tributo, tornando o processo de apura\u00e7\u00e3o mais simples, eliminando boa parte das exce\u00e7\u00f5es e regimes especiais que hoje confundem gestores e contadores.<\/p>\n\n\n\n<p>Principais novidades da CBS:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Al\u00edquota \u00fanica, aplic\u00e1vel \u00e0 maioria das opera\u00e7\u00f5es de bens e servi\u00e7os;<\/li>\n\n\n\n<li>Cr\u00e9dito pleno e autom\u00e1tico para todas as empresas, eliminando restri\u00e7\u00f5es que hoje existem em alguns setores;<\/li>\n\n\n\n<li>Menos exce\u00e7\u00f5es e regimes diferenciados, o que reduz a complexidade e o risco de interpreta\u00e7\u00f5es divergentes;<\/li>\n\n\n\n<li>Apura\u00e7\u00e3o mais \u00e1gil, facilitando a automa\u00e7\u00e3o dos c\u00e1lculos e o compliance.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Empresas que j\u00e1 investem em digitaliza\u00e7\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o de processos estar\u00e3o mais preparadas para a transi\u00e7\u00e3o. Antecipar adapta\u00e7\u00f5es evita custos extras, retrabalho e eventuais penalidades por n\u00e3o conformidade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando e como se preparar para as novas regras da CBS<\/h2>\n\n\n\n<p>A transi\u00e7\u00e3o para a CBS n\u00e3o ser\u00e1 autom\u00e1tica e exigir\u00e1 planejamento. Veja como se antecipar com seguran\u00e7a:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Realize diagn\u00f3stico tribut\u00e1rio detalhado, identificando pontos de vulnerabilidade e oportunidades de otimiza\u00e7\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li>Atualize o ERP ou sistema de gest\u00e3o para garantir que ele esteja pronto para as novas demandas fiscais;<\/li>\n\n\n\n<li>Revise processos de apura\u00e7\u00e3o de tributos, confer\u00eancia de cr\u00e9ditos e controle documental;<\/li>\n\n\n\n<li>Invista na capacita\u00e7\u00e3o das equipes, <strong>preparando-as para lidar com novos fluxos e obriga\u00e7\u00f5es;<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>Acompanhe de perto as normas complementares e as decis\u00f5es do Congresso relacionadas \u00e0 CBS;<\/li>\n\n\n\n<li>Prefira solu\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas que ofere\u00e7am suporte autom\u00e1tico para mudan\u00e7as na legisla\u00e7\u00e3o, reduzindo a depend\u00eancia de interven\u00e7\u00f5es manuais.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A prepara\u00e7\u00e3o antecipada reduz riscos de n\u00e3o conformidade, evita paralisa\u00e7\u00f5es e permite que sua empresa aproveite todas as vantagens do novo modelo tribut\u00e1rio. Encarar a chegada da CBS como uma oportunidade de moderniza\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental para manter a competitividade e a seguran\u00e7a fiscal.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como o ERP Omie facilita o c\u00e1lculo do PIS, COFINS e a transi\u00e7\u00e3o para a CBS<\/h2>\n\n\n\n<p>A apura\u00e7\u00e3o manual do PIS e COFINS \u00e9 um campo minado para erros e pode custar caro para a empresa. O ERP Omie foi criado para automatizar cada etapa desse processo, proporcionando mais precis\u00e3o, agilidade e tranquilidade para neg\u00f3cios de todos os portes.<\/p>\n\n\n\n<p>No Omie, tudo come\u00e7a pela identifica\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica do regime tribut\u00e1rio, seja cumulativo ou n\u00e3o cumulativo. O sistema aplica as al\u00edquotas corretas em cada movimenta\u00e7\u00e3o, <strong>controla os cr\u00e9ditos fiscais no n\u00e3o cumulativo e faz a apura\u00e7\u00e3o mensal<\/strong> de forma integrada com as obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias exigidas pela Receita Federal.<\/p>\n\n\n\n<p>A intelig\u00eancia artificial fiscal da Omie preenche automaticamente arquivos como a EFD-Contribui\u00e7\u00f5es, integra-se com a contabilidade e reduz drasticamente a chance de falhas humanas ou retrabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a chegada da CBS, o Omie far\u00e1 a adapta\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica das regras tribut\u00e1rias, mantendo a empresa em conformidade sem que o gestor precise aprender fluxos novos ou se preocupar com mudan\u00e7as t\u00e9cnicas. Isso libera tempo para focar no crescimento do neg\u00f3cio e reduz o estresse com fiscaliza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Destaques do Omie na gest\u00e3o tribut\u00e1ria:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Automatiza\u00e7\u00e3o completa do c\u00e1lculo de PIS e <a href=\"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/voce-sabe-o-que-e-o-imposto-cofins\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COFINS<\/a>, com aplica\u00e7\u00e3o de regras atualizadas e controle de cr\u00e9ditos;<\/li>\n\n\n\n<li>Atualiza\u00e7\u00e3o instant\u00e2nea das normas fiscais e tabelas;<\/li>\n\n\n\n<li>Integra\u00e7\u00e3o com a contabilidade e entrega facilitada de obriga\u00e7\u00f5es acess\u00f3rias;<\/li>\n\n\n\n<li>Plataforma intuitiva e flex\u00edvel, que se adapta a diferentes portes e segmentos de empresa.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Utilizar um ERP robusto e atualizado \u00e9 o caminho mais seguro para atravessar as mudan\u00e7as do sistema tribut\u00e1rio e garantir autonomia financeira.<\/p>\n\n\n\n<p>Para se aprofundar, conhe\u00e7a outros conte\u00fados do blog e fa\u00e7a o download de materiais gratuitos sobre gest\u00e3o tribut\u00e1ria. Prepare sua empresa para o futuro com tecnologia, seguran\u00e7a e autonomia fiscal.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No labirinto tribut\u00e1rio brasileiro, PIS e COFINS formam uma dupla de peso para qualquer empresa. Com regras detalhadas, diferen\u00e7as entre regimes e impactos diretos na sa\u00fade financeira, compreender essas contribui\u00e7\u00f5es \u00e9 fundamental para quem busca autonomia e seguran\u00e7a na gest\u00e3o do neg\u00f3cio. Este guia foi desenvolvido para eliminar d\u00favidas, prevenir erros financeiros e mostrar como [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":10,"featured_media":26104,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[404],"tags":[],"class_list":["post-26103","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-servicos-contabeis"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26103","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/10"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26103"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26103\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26105,"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26103\/revisions\/26105"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/26104"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26103"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26103"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26103"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}