{"id":27446,"date":"2026-06-22T10:19:48","date_gmt":"2026-06-22T13:19:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/?p=27446"},"modified":"2026-06-22T10:19:48","modified_gmt":"2026-06-22T13:19:48","slug":"novos-limites-simples-nacional-plp-108-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/novos-limites-simples-nacional-plp-108-2021\/","title":{"rendered":"Novos limites do Simples Nacional: al\u00edvio ou desafio para sua empresa em 2026?"},"content":{"rendered":"\n<p>O ambiente de neg\u00f3cios nacional caminha para uma das reviravoltas fiscais mais complexas da d\u00e9cada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De um lado, a promessa de al\u00edvio no bolso com o avan\u00e7o do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108\/2021, que pretende reajustar os tetos de faturamento do Simples Nacional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De outro lado, um alerta severo emitido por quem arrecada: estados e munic\u00edpios afirmam publicamente que a proposta pode, ao contr\u00e1rio do que se imagina, sufocar as micro e pequenas empresas.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a vota\u00e7\u00e3o do PLP sinalizada pelo relator Jorge Goetten para a segunda semana de julho de 2026 na C\u00e2mara dos Deputados, o rel\u00f3gio corre.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O debate ganhou tra\u00e7\u00f5es dram\u00e1ticas ap\u00f3s o Comit\u00ea Nacional dos Secret\u00e1rios de Fazenda (Comsefaz), a Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) e a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Munic\u00edpios (CNM) assinarem um manifesto conjunto contra a amplia\u00e7\u00e3o dos limites.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O argumento central dessas entidades assusta: o projeto pode retirar a competitividade dos pequenos neg\u00f3cios e abrir as portas do regime favorecido para os de m\u00e9dio porte.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o empres\u00e1rio que equilibra as contas diariamente, a discuss\u00e3o parece abstrata. Mas ela mexe diretamente com a margem de lucro, com o pre\u00e7o do produto e com o principal mercado consumidor da PME. Para aumentar as incertezas, essa mudan\u00e7a colide com as engrenagens da rec\u00e9m-regulamentada Reforma Tribut\u00e1ria (Lei Complementar 214\/2025).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O novo tabuleiro fiscal: os tetos propostos pelo PLP 108\/2021<\/h2>\n\n\n\n<p>O projeto original nasceu com a justificativa de corrigir as perdas inflacion\u00e1rias acumuladas desde a \u00faltima atualiza\u00e7\u00e3o do Simples Nacional, al\u00e9m de amortecer os impactos econ\u00f4micos da pandemia. Contudo, o texto que avan\u00e7a no Congresso tomou propor\u00e7\u00f5es robustas, alterando significativamente o enquadramento das faixas de receita bruta anual.<\/p>\n\n\n\n<p>A tabela abaixo compara o cen\u00e1rio vigente com as novas faixas propostas pelo projeto:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table aligncenter\"><table class=\"has-fixed-layout\"><thead><tr><th>Categoria empresarial<\/th><th>Limite de faturamento atual (Anual)<\/th><th>Novo limite proposto (PLP 108\/2021)<\/th><\/tr><\/thead><tbody><tr><td><strong>MEI<\/strong> (Microempreendedor Individual)<\/td><td>R$ 81.000<\/td><td>Cerca de R$ 145.000<\/td><\/tr><tr><td><strong>ME<\/strong> (Microempresa)<\/td><td>R$ 360.000<\/td><td>Cerca de R$ 870.000<\/td><\/tr><tr><td><strong>EPP<\/strong> (Empresa de Pequeno Porte)<\/td><td>R$ 4.800.000<\/td><td>Cerca de R$ 8.700.000<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>\u00c0 primeira vista, o cen\u00e1rio \u00e9 de pura celebra\u00e7\u00e3o. Afinal, uma empresa que fatura R$ 5 milh\u00f5es por ano e hoje \u00e9 empurrada para a complexidade do Lucro Presumido ou Lucro Real poderia retornar para o conforto da guia \u00fanica do Documento de Arrecada\u00e7\u00e3o do Simples Nacional (DAS).<\/p>\n\n\n\n<p>As estimativas oficiais mostram o tamanho desse movimento. O Minist\u00e9rio da Fazenda calcula que a corre\u00e7\u00e3o dessas faixas custar\u00e1 cerca de R$ 50 bilh\u00f5es por ano em perda de arrecada\u00e7\u00e3o global.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na fatia subnacional, o tombo estimado por estados e munic\u00edpios gira em torno de R$ 21 bilh\u00f5es anuais \u2014 sendo R$ 14,6 bilh\u00f5es subtra\u00eddos dos cofres estaduais e R$ 6,5 bilh\u00f5es dos municipais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As entidades alertam que essa perda compromete o financiamento de pol\u00edticas p\u00fablicas essenciais na ponta.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que os estados dizem que o projeto amea\u00e7a os pequenos?<\/h2>\n\n\n\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o dos secret\u00e1rios de fazenda e prefeitos n\u00e3o se restringe \u00e0 perda de receita p\u00fablica. Existe um fator que pode desequilibrar o mercado de forma irrevers\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando o teto de uma empresa de pequeno porte salta para R$ 8,7 milh\u00f5es, o Simples Nacional deixa de abrigar apenas o com\u00e9rcio de bairro ou f\u00e1bricas locais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O regime passa a englobar companhias de forte solidez financeira, alto poder de barganha com fornecedores e cadeias de distribui\u00e7\u00e3o estruturadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Se ambas pagarem o imposto por uma tabela simplificada semelhante, a empresa maior ganha uma margem de manobra avassaladora para reduzir pre\u00e7os e sufocar a menor.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O tratamento diferenciado, criado pela Constitui\u00e7\u00e3o para proteger o elo mais fraco, acaba blindando o competidor mais forte.<\/p>\n\n\n\n<p>Em v\u00e1rios estados brasileiros, t\u00e9cnicos calculam que a aprova\u00e7\u00e3o do PLP 108\/2021 far\u00e1 com que entre 95% e 100% da totalidade dos contribuintes ativos permane\u00e7am dentro do Simples Nacional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, no final, a generaliza\u00e7\u00e3o do regime simplificado destr\u00f3i a sua pr\u00f3pria raz\u00e3o de existir: a diferencia\u00e7\u00e3o competitiva baseada no porte.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A conex\u00e3o oculta: o choque com a Reforma Tribut\u00e1ria<\/h2>\n\n\n\n<p>O grande ponto cego dessa discuss\u00e3o reside na forma como o novo Simples Nacional conversar\u00e1 com o Imposto sobre Bens e Servi\u00e7os (IBS) e com a Contribui\u00e7\u00e3o sobre Bens e Servi\u00e7os (CBS), criados pela Reforma Tribut\u00e1ria. A regulamenta\u00e7\u00e3o dada pela Lei Complementar 214\/2025 mudou a l\u00f3gica de circula\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos no Brasil, e \u00e9 aqui que o al\u00edvio do limite alto pode se transformar em uma desvantagem comercial.<\/p>\n\n\n\n<p>A espinha dorsal da nova tributa\u00e7\u00e3o sobre o consumo \u00e9 a n\u00e3o-cumulatividade plena. Significa que uma empresa s\u00f3 consegue abater os impostos pagos na etapa anterior se comprar de algu\u00e9m que recolha o tributo de forma cheia.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui reside a armadilha para quem vende no mercado B2B (de empresa para empresa). Se a sua empresa decidir permanecer no Simples Nacional unificado, aproveitando o novo limite de R$ 8,7 milh\u00f5es, ela continuar\u00e1 recolhendo o IBS e a CBS de forma simplificada dentro do DAS.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Consequentemente, quando voc\u00ea vender um produto ou prestar um servi\u00e7o para uma grande corpora\u00e7\u00e3o, o seu cliente n\u00e3o receber\u00e1 o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio cheio da opera\u00e7\u00e3o. Ele receber\u00e1 apenas uma fra\u00e7\u00e3o equivalente ao que voc\u00ea pagou dentro da sua faixa reduzida do Simples.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O efeito de expuls\u00e3o das cadeias de suprimento<\/h2>\n\n\n\n<p>O resultado \u00e9 que o departamento de compras das m\u00e9dias e grandes empresas come\u00e7ar\u00e1 a fazer contas.<\/p>\n\n\n\n<p>Se o fornecedor &#8220;A&#8221; est\u00e1 no regime regular e repassa 100% de cr\u00e9dito de IBS\/CBS, e o fornecedor &#8220;B&#8221; (sua empresa) est\u00e1 no Simples ampliado e repassa apenas um cr\u00e9dito parcial, o seu produto se tornar\u00e1 artificialmente mais caro para aquele comprador corporativo.<\/p>\n\n\n\n<p>As consequ\u00eancias econ\u00f4micas imediatas estudadas s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Perda de contratos B2B:<\/strong> grandes redes de varejo, ind\u00fastrias e tomadores de servi\u00e7os tendem a descredenciar fornecedores optantes pelo Simples Nacional para proteger seus pr\u00f3prios fluxos de cr\u00e9dito.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Marginaliza\u00e7\u00e3o de mercado:<\/strong> as empresas que faturam mais dentro do Simples correm o risco de ficar restritas a vender apenas para o consumidor final (B2C) ou para outras pequenas empresas, limitando severamente seu teto de crescimento real.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O cronograma de setembro de 2026 tem decis\u00f5es que n\u00e3o podem esperar.<\/h2>\n\n\n\n<p>A legisla\u00e7\u00e3o determinou uma janela temporal apertada para organizar essa transi\u00e7\u00e3o. Pela Lei Complementar 214\/2025, as empresas que est\u00e3o dentro do Simples Nacional ganharam o direito de escolher como desejam recolher o IBS e a CBS para o ano-calend\u00e1rio de 2027. S\u00e3o dois caminhos poss\u00edveis:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Recolhimento Unificado (Por Dentro):<\/strong> mant\u00e9m o pagamento de todos os impostos na guia do DAS. \u00c9 o modelo mais simples operacionalmente, mas sofre com a restri\u00e7\u00e3o na transfer\u00eancia de cr\u00e9ditos para clientes comerciais.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Recolhimento Regular (Por Fora):<\/strong> o empres\u00e1rio opta por pagar os tributos federais comuns pelo Simples, mas retira o IBS e a CBS da guia unificada. Esses dois novos impostos passam a ser apurados e pagos pelo sistema regular de d\u00e9bitos e cr\u00e9ditos. Dessa forma, a PME passa a transferir cr\u00e9dito integral para seus clientes corporativos.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O grande ponto de aten\u00e7\u00e3o \u00e9 o prazo. Para vigorar em 2027, a escolha estrat\u00e9gica por um dos dois modelos deve ser formalizada at\u00e9 o dia <strong>30 de setembro de 2026<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A proximidade da vota\u00e7\u00e3o do PLP 108\/2021 em julho adiciona um ingrediente complexo a esse calend\u00e1rio. Se o limite de faturamento subir repentinamente para R$ 8,7 milh\u00f5es \u00e0s v\u00e9speras do prazo de op\u00e7\u00e3o, milhares de gestores correr\u00e3o o risco de tomar uma decis\u00e3o baseada apenas no tamanho do faturamento, ignorando o impacto comercial que a falta de repasse de cr\u00e9ditos causar\u00e1 na sua carteira de clientes.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Perguntas frequentes sobre as mudan\u00e7as do Simples Nacional<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O PLP 108\/2021 j\u00e1 est\u00e1 em vigor em 2026?<\/h3>\n\n\n\n<p>N\u00e3o. O projeto de lei complementar foi aprovado pelo Senado e est\u00e1 em discuss\u00e3o na C\u00e2mara dos Deputados. A previs\u00e3o sinalizada pelo relator \u00e9 que a vota\u00e7\u00e3o ocorra em julho de 2026. Para passar a valer, o texto precisa ser aprovado e seguir para a san\u00e7\u00e3o presidencial.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Qual o prazo final para decidir como minha empresa pagar\u00e1 o IBS e a CBS?<\/h3>\n\n\n\n<p>Conforme as regras estabelecidas pela regulamenta\u00e7\u00e3o da Reforma Tribut\u00e1ria (Lei Complementar 214\/2025), as empresas optantes pelo Simples Nacional devem manifestar sua escolha para o ano de 2027 at\u00e9 o dia 30 de setembro de 2026.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que acontece se eu n\u00e3o fizer a op\u00e7\u00e3o at\u00e9 o prazo limite?<\/h3>\n\n\n\n<p>Caso a empresa n\u00e3o se manifeste at\u00e9 30 de setembro de 2026, a regra geral determina que ela permanecer\u00e1 no modelo unificado. Isso significa que o IBS e a CBS ser\u00e3o recolhidos por dentro da guia do DAS, gerando transfer\u00eancia de cr\u00e9dito apenas parcial para os seus clientes comerciais em 2027.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Empresas que vendem direto para o consumidor final (B2C) devem se preocupar com os cr\u00e9ditos da Reforma?<\/h3>\n\n\n\n<p>Geralmente n\u00e3o. Se o seu cliente final \u00e9 a pessoa f\u00edsica (como em um restaurante, sal\u00e3o de beleza ou com\u00e9rcio varejista tradicional), ele n\u00e3o utiliza cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios. Nesses casos, se os limites do Simples aumentarem, permanecer no modelo unificado costuma ser vantajoso, pois o al\u00edvio na al\u00edquota n\u00e3o trar\u00e1 preju\u00edzos comerciais na ponta.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como proteger sua opera\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>A imin\u00eancia dos novos limites do Simples Nacional exige dos gestores uma postura ativa de planejamento. Tratar o tema apenas como uma mudan\u00e7a burocr\u00e1tica pode custar fatias valiosas de mercado. Para n\u00e3o transformar uma oportunidade de crescimento em armadilha, o caminho seguro envolve auditar o perfil do seu faturamento, convocar seu parceiro cont\u00e1bil para simula\u00e7\u00f5es reais e monitorar os desdobramentos pol\u00edticos do projeto na C\u00e2mara.<\/p>\n\n\n\n<p>Navegar por essa transi\u00e7\u00e3o estrutural exige ferramentas que traduzam a complexidade tribut\u00e1ria em dados transparentes para a tomada de decis\u00e3o. A tecnologia deixa de ser um acess\u00f3rio operacional e passa a figurar como o principal motor de governan\u00e7a e prote\u00e7\u00e3o do seu fluxo de caixa.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse cen\u00e1rio de profundas transforma\u00e7\u00f5es, contar com um ecossistema de gest\u00e3o robusto \u00e9 o diferencial entre o crescimento sustent\u00e1vel e a perda de espa\u00e7o no mercado. A <strong>Omie<\/strong> consolida-se como a principal parceira tecnol\u00f3gica das PMEs e dos escrit\u00f3rios de contabilidade na transi\u00e7\u00e3o para a Reforma Tribut\u00e1ria. Com solu\u00e7\u00f5es integradas que automatizam a apura\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos, simulam cen\u00e1rios fiscais e garantem a conformidade com a Lei Complementar 214\/2025, a Omie transforma a complexidade fiscal em efici\u00eancia pr\u00e1tica para o seu neg\u00f3cio. <a href=\"https:\/\/www.omie.com.br\/\"><strong>Conhe\u00e7a a Omie.<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ambiente de neg\u00f3cios nacional caminha para uma das reviravoltas fiscais mais complexas da d\u00e9cada.&nbsp; De um lado, a promessa de al\u00edvio no bolso com o avan\u00e7o do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108\/2021, que pretende reajustar os tetos de faturamento do Simples Nacional.&nbsp; De outro lado, um alerta severo emitido por quem arrecada: estados [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":46,"featured_media":27448,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[408],"tags":[],"class_list":["post-27446","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-financeiro"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27446","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/46"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27446"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27446\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":27453,"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27446\/revisions\/27453"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/27448"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27446"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27446"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.omie.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27446"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}