Split payment no pix: entenda como vai funcionar

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O split payment Pix é a grande revolução da Reforma Tributária para 2027, automatizando o recolhimento de impostos (IBS e CBS) no exato momento da venda. Imagine a cena: ao receber um pagamento via QR Code, o sistema fraciona o valor instantaneamente.

Embora simplifique o compliance, essa mudança exige atenção redobrada fluxo de caixa, já que o saldo bruto não passará mais pela sua conta PJ, sem guias mensais, burocracia ou risco de multas.

Embora simplifique o compliance, essa mudança exige atenção redobrada ao fluxo de caixa, já que o saldo bruto não passará mais pela sua conta. Para sobreviver a essa transição, a integração entre ERP e conta digital será obrigatória, eliminando planilhas e erros manuais.

A sua empresa está preparada para operar com um caixa 100% líquido em tempo real ou você ainda depende de processos manuais que podem travar em 2027? Continue a leitura e descubra como adaptar sua gestão agora para transformar essa obrigação em uma vantagem competitiva estratégica.

O que é o Split Payment na Reforma Tributária?

O split payment Pix introduz o conceito de “divisão de pagamento” imediata, rompendo com o modelo tradicional de arrecadação. Na prática, no instante em que o cliente conclui a transação, o sistema financeiro identifica automaticamente a carga tributária e a receita da empresa, realizando a separação instantânea dos valores.

Dessa forma, a fatia correspondente aos impostos (IBS e CBS) é direcionada ao fisco, enquanto o valor líquido é depositado na conta PJ. O grande propósito dessa inovação, pilar da Reforma Tributária, é automatizar a conformidade fiscal e eliminar a necessidade de gerar guias manuais e lidar com burocracias futuras sobre cada venda.

Ao transformar o recolhimento em algo invisível e em tempo real, o split payment cria um ambiente de gestão muito mais previsível e acessível. Para o empreendedor, isso significa o fim dos sustos com impostos acumulados e uma operação financeira focada no lucro real disponível.

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Como funciona o Split Payment no Pix?

A agilidade do split payment Pix transformará a velocidade do fisco no Brasil. O Pix será o motor dessa mudança: no segundo em que o cliente lê o QR Code, o Banco Central e a Receita Federal processam a divisão tributária do IBS e da CBS. O resultado é um saldo que cai na conta já livre de obrigações, eliminando a espera por conciliações futuras.

No entanto, essa velocidade exige infraestrutura. Como a operação ocorre em segundos, sua empresa não poderá mais contar com sistemas isolados ou manuais. Softwares de gestão obsoletos serão incapazes de acompanhar esse ritmo, gerando gargalos fatais na operação.

Para garantir conformidade, torna-se indispensável utilizar um sistema de gestão que se comunique, em tempo real, com sua conta digital PJ. Essa integração total é o único caminho para que sua empresa mantenha a eficiência e aproveite a automação prometida para 2027.

Vantagens do split payment para o empreendedor

A adoção do split payment Pix traz um cenário de extrema positividade e alívio para o empreendedor. O principal benefício é o fim das guias mensais, já que o imposto é quitado no exato momento da transação.

Com essa tecnologia, a conformidade automática passa a ser a regra: sua empresa permanece 100% regularizada em tempo real, sem esforço adicional. A inadimplência tributária involuntária deixa de existir nas vendas digitais, garantindo uma segurança fiscal permanente.

Mais do que apenas cumprir regras, essa automação elimina burocracias pesadas e libera tempo precioso.

O desafio do Fluxo de Caixa: o que você precisa saber

O split payment Pix traz um alerta para a gestão financeira: a mudança imediata na percepção do saldo. Como o imposto é retido no ato da venda, o valor que entra na conta PJ é estritamente o líquido. Isso exige que o empreendedor ajuste sua visão de fluxo de caixa, pois o dinheiro destinado aos tributos não “dormirá” mais na conta da empresa.

Aquele saldo temporário, que muitas vezes era usado para capital de giro antes do pagamento dos impostos, deixa de existir com a demanda de uma disciplina rigorosa e ferramentas que ofereçam visibilidade detalhada da receita efetiva.

Para evitar surpresas e erros de planejamento, torna-se indispensável unir gestão e banco em uma única plataforma, garantindo que o empreendedor saiba exatamente quanto possui para operar, sem contar com valores que já pertencem ao fisco.

ERP Banking: a base para o Split Payment funcionar

Para operar com o split payment Pix, um ERP comum e separado do banco enfrentará sérias dificuldades técnicas. Para operar com o split payment Pix, um ERP comum e separado do banco enfrentará sérias dificuldades técnicas.

A solução definitiva reside no ERP Banking, onde gestão e conta digital tornam-se uma unidade só. No Omie.Cash, essa integração é nativa: o sistema identifica a venda, processa o split tributário e realiza a conciliação automática em tempo real.

Essa estrutura unificada elimina o uso de planilhas e cálculos paralelos, acabando com erros de digitação e retrabalhos fiscais.

Com a obrigatoriedade da conexão entre banco e Receita, ter uma plataforma “tudo em um” não é mais um luxo, mas um requisito de sobrevivência. O Omie.Cash prepara sua PME para a Reforma Tributária, transformando obrigações complexas em fluidez e segurança para o seu negócio.

Prepare seu financeiro para o Split Payment com a Omie

O split payment Pix decreta o fim da era das planilhas e da burocracia tributária, trazendo transparência e velocidade total ao seu negócio. Para converter essa mudança em eficiência, o segredo é integrar gestão e banco em uma única plataforma. O empreendedor deve agir agora: adotar um ERP com conta digital nativa, simplificar rotinas manuais, capacitar sua equipe e alinhar cada fluxo digital com seu contador.

O Omie.Cash surge como a solução definitiva. Mais que uma conta digital, é um ERP Banking projetado para o cenário de 2027. Ele automatiza a separação de impostos, garante a conformidade em tempo real e oferece a segurança necessária para escalar seu negócio sem sustos fiscais.

Antecipar essa integração não é apenas cumprir uma norma; é conquistar uma vantagem competitiva estratégica.

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