Reforma Tributária: risco para quem não se prepara. Oportunidade para quem se antecipa.

Reforma Tributária

Locação de imóveis e a nova NFS-e: o que muda para sua empresa a partir de 2026

Entenda o impacto da Reforma Tributária na locação de imóveis e bens móveis. Saiba como a nova NFS-e afeta sua empresa a partir de 2026 e como se preparar.

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A regulamentação da Reforma Tributária, por meio da Lei Complementar nº 214/2025, transforma radicalmente a gestão de contratos de aluguel no Brasil. A principal alteração é o fim da validade do tradicional recibo de papel para fins de creditamento fiscal. A partir da fase de testes em 2026 e vigência oficial em 2027, as operações de locação de imóveis e bens móveis passarão a sofrer a incidência do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), exigindo a emissão da NFS-e Nacional.

Para empreendedores, locadoras e holdings imobiliárias, a mudança exige revisão de processos financeiros. A exigência do novo documento fiscal, no entanto, traz uma oportunidade clara de mercado para negócios organizados.

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Impacto estratégico para locadores e inquilinos

A transição afeta diretamente a relação comercial entre quem aluga e quem cede o espaço ou equipamento. Entender as regras exatas evita passivos fiscais e melhora a atratividade do seu negócio.

A corrida pelos créditos fiscais: empresas locatárias (seus inquilinos corporativos) precisarão da NFS-e para tomar crédito de IBS e CBS. Locadores que emitirem o documento corretamente terão preferência absoluta em contratos B2B.

Regra para pessoas jurídicas: imobiliárias, holdings e locadoras de equipamentos tornam-se obrigadas a emitir a NFS-e Nacional para todas as transações de aluguel, adequando seus sistemas ao Split Payment (recolhimento unificado no momento do pagamento).

Critérios para pessoas físicas: proprietários que operam na pessoa física terão obrigatoriedade de emissão apenas se ultrapassarem o faturamento anual de R$ 240 mil com locações ou se possuírem mais de três imóveis alugados simultaneamente.

Leia também: Reforma Tributária e Simples Nacional: o que muda em 2026?

Como a tecnologia Omie simplifica a nova emissão

A complexidade da Reforma Tributária reside no período de transição, em que as alíquotas de IBS e CBS mudarão progressivamente. Tentar gerenciar essa atualização de forma manual em planilhas ou sistemas desatualizados gera um risco enorme de bitributação ou perda de caixa.

IBS e CBS: como a Omie automatiza o cálculo dos novos impostos

O motor fiscal do ERP Omie traduz essa complexidade em automação invisível para o usuário. Ao utilizar o módulo de faturamento recorrente, você cadastra o contrato de locação uma única vez. O sistema, atualizado continuamente na nuvem com a legislação vigente, calcula as alíquotas corretas de 2026 e 2027, emite a NFS-e Nacional e alimenta instantaneamente o seu fluxo de caixa e o DRE Gerencial. Nenhuma digitação dupla é necessária.

Antecipe a previsibilidade do seu negócio

A adaptação à Reforma Tributária não precisa ser um processo doloroso. Empresas que modernizam sua gestão financeira com antecedência garantem previsibilidade operacional, mantêm a conformidade com o Fisco e liberam tempo para focar na rentabilidade de seus contratos, enquanto a tecnologia absorve a carga burocrática.

Reforma Tributária na prática: acompanhe o que muda em cada fase e prepare seu negócio na central da Reforma Tributária da Omie.

Sua empresa já iniciou o mapeamento dos contratos de locação ativos para avaliar quais exigirão atualização sistêmica antes dos testes oficiais em 2026? Teste o Omie grátis e emita suas notas com segurança.

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